quinta-feira, 5 de março de 2009

Jamboree Nacional: Itaipu será a casa de 4,8 mil escoteiros

De 12 a 17 de janeiro, Itaipu recebe os 4,8 mil participantes do 4º Jamboree Nacional Escoteiro. Os escoteiros começam a chegar neste sábado, com recepção no Gramadão da Vila A e traslados até os locais de acampamento dentro da usina. A infraestrutura para recepcionar os visitantes está praticamente concluída. As áreas de acampamento e de apoio às diversas atividades interativas e educacionais foram montadas nas imediações do Centro de Treinamento e do Parque Tecnológico Itaipu. A movimentação dos escoteiros está reavivando algumas áreas desativadas há mais de 15 anos na usina, como os antigos refeitórios dos barrageiros. Todos esses espaços passaram por reforma. As instalações elétricas e hidráulicas foram refeitas. Cidade completa No total, foram provisoriamente instalados 124 chuveiros, 110 vasos sanitários e 84 pias. Todo o material utilizado foi adquirido pela organização do evento. Além de ceder o espaço, a Itaipu colabora também com o gerenciamento da mão-de-obra de montagem. “Ficou acima da nossa expectativa”, diz Luiz Carlos Pamplona, gerente de infraestrutura e logística do encontro. Na última terça-feira, o diretor-geral brasileiro, Jorge Samek, vistoriou e aprovou a estrutura. Recorde de inscrições O Jamboree é um encontro de escoteiros no qual, por meio de diversas atividades interativas, se procura informar, conscientizar e comprometer os jovens em ações e projetos que ajudem na construção de um mundo melhor. O evento nacional acontece a cada quatro anos. As outras edições foram em Navegantes (SC), Caucaia (CE) e Brasília (DF). Interessada em repetir o sucesso do 11º Jamboree Panamericano, realizado no Centro de Convenções de Foz do Iguaçu, em 2001, a União dos Escoteiros do Brasil (UEB) decidiu realizar a quarta edição do seu encontro nacional na Terra das Cataratas. Itaipu não só deu apoio, como ofereceu suas instalações para o evento. “Batemos o recorde de inscrições de todos os eventos nacionais que já fizemos”, destaca Pamplona. De acordo com ele, isso aconteceu por três motivos: “As atrações turísticas da cidade, a boa experiência de quem já veio para cá em 2001, e o baixo valor da taxa de inscrição."

Escotismo no Brasil

Em 1907, ano que o movimento escoteiro (Scouting for Boys) havia sido fundado, muito Oficiais e Praças da Marinha Brasileira estavam na Inglaterra e vários se impressionaram com esse novo método de educação complementar que Baden Powell havia idealizado. Entre eles estava o Suboficial Amélio Azevedo Marques que ingressou seu filho, Aurélio, em um Grupo Escoteiro local sendo assim o primeiro escoteiro brasileiro.
O escotismo foi introduzido no Brasil em 1910, por intermédio desses marinheiros e oficiais de nossa Marinha, que trouxeram consigo uniformes escoteiros e o interesse de semear o movimento escoteiro no Brasil. No dia 14 de junho de 1910 foi oficialmente fundado no Rio de Janeiro, o Centro de Boys Scouts do Brasil.
A partir de 1914, surgiram em outras cidades vários núcleos, dos quais o mais importante foi a ABE - Associação Brasileira de Escoteiros, em São Paulo, fundada com o apoio de pessoas importantes tais como respeitados Diretores de e stabelecimentos de ensino, Secretários de Justiça e de Segurança Pública de Estado e pessoas que foram fundamentais para a consolidação do escotismo no Brasil, como o Dr. Mário Cardim, que concretizou a idéia de criar a ABE e tomou a frente para a preparação das pessoas, regulamentos e estatutos, Júlio de Mesquita, Diretor do "Estado de São Paulo" e o Dr. Ascanio Cerqueira que recebeu o material informativo enviado de Paris pela Sra. Jeronima Mesquita.
A ABE espalhou o Movimento Escoteiro por todo o país e em 1915 já contava com representações na maioria dos Estados Brasileiros e neste mesmo ano, uma proposta para reconhecer o Escotismo como de Utilidade Pública resultou no Decreto do Poder Legislativo nº 3297, sancionado pelo Presidente Wenceslau Braz em 11 de junho de 1917 que no Art. 1º estabelecia: "São considerados de utilidade pública, para todos os efeitos, as associações brasileiras de escoteiros com sede no país."
O Movimento Escoteiro no Brasil, porém, só veio a ganhar amplitude nacional com a fundação, em 1924, no Rio de Janeiro, da UEB - União dos Escoteiros do Brasil, que começou o processo de unificação dos diversos grupos e núcleos escoteiros dispersos no país. Trabalho que só foi consolidado por completo em 1950. A entidade nacional é dividida em regiões, cada uma delas abrangendo um Estado ou Território Nacional.

Voluntário

Grau Bronze
a) Elaborar projeto para a apresentação de palestra sobre o tema Ano Internacional do Voluntário, a ser apresentada em ambiente de jovens situado fora do universo escoteiro e usualmente freqüentado pelos sócios beneficiários (escola, cursos especiais ou outros grupos de jovens de que participem); o projeto, depois de aprovado pelos escotistas da Seção, será encaminhado ao Escritório Nacional, que providenciará sua apresentação à Comissão Especial criada para este fim, visando obter da organização Brasil Voluntário o material promocional e de apoio requerido pelo projeto;
b) Comprovar, por meio de declaração fornecida pela Diretoria do nível local, a apresentação da palestra de que trata o item anterior a uma platéia integrada por, pelo menos, 30 (trinta) jovens;
c) Efetuar levantamento sobre organizações que promovam o envolvimento de jovens em trabalhos de natureza voluntária e comprovar a divulgação das oportunidades de engajamento oferecidas por essas organizações, em um informativo escoteiro ou em sites escoteiros já existentes ou criados com esta finalidade;


Grau Prata

a) Elaborar projeto para a apresentação de palestra sobre o tema Ano Internacional do Voluntário, a ser apresentada em ambiente de jovens situado fora do universo escoteiro e usualmente freqüentado pelos sócios beneficiários (escola, cursos especiais ou outros grupos de jovens de que participem); o projeto, depois de aprovado pelos escotistas da Seção, será encaminhado ao Escritório Nacional, que providenciará sua apresentação à Comissão Especial criada para este fim, visando obter da organização Brasil Voluntário o material promocional e de apoio requerido pelo projeto; do projeto deverá constar questionário a ser aplicado aos participantes, após a palestra, levantando dados sobre o interesse dos jovens no engajamento em trabalhos voluntários;
b) Comprovar, por meio de declaração fornecida pela Diretoria do nível local e pela tabulação dos dados obtidos por meio do questionário respondido pelos participantes, a apresentação da palestra de que trata o item anterior a duas platéias diferentes, cada uma delas integrada por, pelo menos, 50 (cinqüenta) jovens;
c) Efetuar levantamento sobre organizações que promovam o envolvimento de jovens em trabalhos de natureza voluntária e comprovar a divulgação das oportunidades de engajamento oferecidas por essas organizações, em um informativo escoteiro ou em sites escoteiros já existentes ou criados com esta finalidade;
d) Elaborar projeto para engajamento de jovens, independentemente de serem ou não sócios beneficiários da UEB, em trabalho de interesse de sua comunidade; o projeto, depois de aprovado pela Diretoria do nível local, será encaminhado ao Escritório Nacional, que providenciará sua apresentação à Comissão Especial criada para este fim, visando obter sua inclusão em "Banco de Idéias" a ser acessado por jovens interessados em trabalho voluntário e sua apresentação Fórum a ser organizado pela organização Brasil Voluntário e que objetiva mostrar ao país o que está sendo feito nesta área;


a) Ter conquistado a Insígnia Comemorativa do Ano Internacional do Voluntário, no grau "prata";
b) Participar, como integrante da equipe que a lidera, da realização do projeto de que trata a letra "d" dos requisitos fixados para a conquista da Insígnia Comemorativa do Ano Internacional do Voluntário, no grau "prata";

Radioescotismo

Etapas
A Insígnia de Rádio Escotismo é utilizada por membros adultos e juvenis da UEB que atendam aos seguintes requisitos: a) apresentar a Licença de sua estação de Radioamador, expedida pelo órgão oficial competente; b) comprovar que cumpre as obrigações legais vigentes para esse serviço; c) programar e utilizar sua Estação de Radioamador como suporte de comunicação com a Sede do seu Grupo durante uma atividade de campo, apresentando relatório; d) ter participado ativamente de um Jamboree no Ar, apresentando os LOGs de sua Estação; e) incluir o emblema do Rádio Escotismo (Radio Scouting) no seu cartão QSL; e f) enviar ao Escritório Nacional o cartão QSL e os dados completos de sua Estação, incluíndo: indicativo de chamada, nome completo do operador, número de Registro na UEB, endereço, CEP, cidade, e unidade da Federação; nome, numeral e endereço completo do Grupo Escoteiro a que pertencer; incluir, quando houver, DDD, telefone, fax, endereço para Packet e e-mail na Internet.

Informações Gerais
A Insígnia de Rádio Escotismo é circular, com 6,2 cm de diâmetro, com o logotipo mundial RADIO SCOUTING bordado em branco sobre um fundo roxo, e deverá ser usada acima do bolso direito da camisa, centralizada em relação ao bolso, acima dos demais distintivos que ocupam essa posição.
Atendidas as exigências estabelecidas, a autorização para uso da Insígnia de Rádio Escotismo será concedida: - ao membro juvenil: pela Diretoria do Grupo, po proposta do Chefe de Seção; e - ao adulto: pela Diretoria do nível em que atua, po proposta do interessado

Insígnia de Conservacionismo

Etapa Azul
1- Participar, com a equipe, de uma discussão com os escotistas, e com especialistas no assunto, sobre o que constitui o meio ambiente natural, e o efeito da ação do homem sobre ele, destacando como tal ação está prejudicando o equilíbrio da natureza, e o que se pode fazer para restabelecer o equilíbrio ecológico.
2- Tomar parte em pelo menos duas atividades que tenham algo a ver com o meio ambiente, em cooperação com outras entidades e instituições conservacionistas; a tarefa deverá incluir o estudo atual de um problema ambiental, suas causas e suas possíveis soluções, e a apresentação à sua Seção de um relato do trabalho de campo realizado, ilustrado com fotografias, mapas, diagramas ou outro material visual.
3- Familiarizar-se com alguns dos principais aspectos relacionados com o meio ambiente, tais como: - Significado de termos como: Ecologia, conservação, cadeia alimentar, biócitos, reciclagem, fotossíntese, materiais orgânicos e inorgânicos, biodegradáveis, húmus, material não-renovavel, nicho ecológico e outros. - Os efeitos do fogo, do desmatamento, da erosão pluvial e eólica, da contaminação das águas correntes, da poluição do ar e da ação do homem sobre a vidasilvestre. - Causas das inundações e seus métodos para controle, regime de chuvas, mananciais hídricos, lençol freático. - Efeitos da extinção de algumas espécies animais ou vegetais sobre o equilíbrio ecológico. - Benefícios para o meio ambiente decorrentes da atuação dos animais de rapina; prejuizos e benefícios decorrentes do uso de inseticidas nas lavouras. - As atividades de caça realizadas pelo homem e pelos animais: diferenças das finalidades e dos efeitos
4- Realizar duas das tarefas abaixo: - Organizar uma listagem de entidades conservacionistas que atuam no país e no exterior, mantendo contato com duas delas e expondo à sua Seção o resultado desses contatos. - Assinalar em um planisfério a localização das áreas das maiores reservas naturais; no mapa do Brasil, assinalar os parques nacionaise explicar à sua Seção as razões que levaram à sua criação. - Demonstrar que conhece a legislação brasileira relacionada com a preservação ambiental; por meio de pesquisa efetuada em literatura especializada, apresentar à sua Seção um estudo comparativo entre a legislação brasileira e aquela adotada em outros países.



Etapa Marrom

1- TOMAR PARTE, DE PREFERÊNCIA EM UM GRUPO, EM DOIS PROJETOS, TAIS COMO: - Limpar um arroio, valo ou vertente de água natural. - Fazer, colocar e manter, uma caixa para ninho de pássaros. - Tomar parte em um trabalho coletivo de observação da Natureza, fazendo desenhos e expondo na sede. - Preparar um trajeto natural ou uma competição do tipo "Roteiro Ecológico", na sua Seção, desenvolvendo posteriormente o projeto. - Escolher um animal selvagem, árvore, pássaro ou peixe, descobrir tudo o que puder sobre ele e fazer um relatório do trabalho com desenhos, fixando-os em cartolina na parede da sede. - Visitar um Jardim Botânico, ou Jardim Zoológico, ou Parque Natural, ou Museu de História Natural e ver um filme sobre animais ou plantas. Relatar todas as observações, ilustrando o relato comdesenhos, e apresentá-lo à sua Seção. - Possuir um mascote e velar por ele cuidadosamente. Manter anotações sobre a conduta do mascote, de seus costumes de alimentação e dos cuidados a ele dispensados. Reconhecer e saber como tratar suas enfermidades mais comuns, e os cuidados especiais de que possam necessitar seus filhotes.
Obs: Não manter em cativeiro animais selvagens, a título de mascotes, por que eles tem poucas chances de sobreviver; seguem-se alguns exemplos de animais que podem ser mantidos como mascotes, se tratados com os devidos cuidados: Porquinho-da-Índia, coelho, gato, cão, pombo, ovelha e algumas espécies de aves, de acordo com informações locais.
2- FAZER UMA EXPEDIÇÃO AO CAMPO, COM SUA EQUIPE, PARA: - Encontrar alguns exemplos de como o homem tem danificado a natureza e de como o homem contribui para melhorá-la - Escrever algumas regras sobre o comportamento no campo ( um código de campo ), e demonstrar o que tem feito para cumprí-las.
3- FAZER UM DOS SEGUINTES TRABALHOS, APRESENTANDO RELATÓRIO À SUA SEÇÃO: - Descobrir um animal, pássaro, planta ou peixe que esteja em extinção ou ameaçado de extinção em nosso país, investigando o que se poderia fazer para salvá-lo - Descobrir que espécies de plantas ou animais estão em maior perigo de extinção no mundo, o que se poderia fazer para tentar salvá-las, e verificar se você, pessoalmente, poderia tomar alguma providência concreta para isso, procurando chamar a atenção de outros jovens de sua idade e adultos, por maio de palestras, cartazes, reuniões no colégio e na comunidade onde resida.
4- EM CONJUNTO COM SEU GRUPO DE TRABALHO, PESQUISAR SOBRE UM DOS SEGUINTES PROCESSOS NATURAIS, PREPARANDO CARTAZES PARA EXPOSIÇÕES SOBRE O ASSUNTO, NO GRUPO OU NO COLÉGIO: - Observar o desenvolvimento de uma planta, de uma borboleta, ou de um sapo e relatar este desenvolvimento, acompanhado de desenhos, fotografias, ilustrações de livros, etc. - Levar a cabo, com sua equipe de trabalho, uma experiência que demonstre o perigo da erosão do solo ou os efeitos produzidos pela contaminação da água ou do ar. - Demonstrar um dos fenômenos naturais seguintes: - Como a água se eleva através da terra e umedece o solo ( ação capilar ). - A existência do oxigênio no ar - Como as plantas produzem oxigênio
5- MELHORAR O AMBIENTE DO LOCAL DA SUA RESIDÊNCIA, TRABALHO OU ESTUDO, PLANTANDO ÁRVORES, GRAMA ( EM ÁREAS NUAS OU A DESCOBERTO ) OU SEMEANDO FLORES E FOLHAGENS ( EM FLOREIRAS, SEMENTEIRAS OU JARDINS INTERIORES ) E PROMOVER UMA VINDA DE SUA SEÇÃO AO AMBIENTE MELHORADO.



Etapa Verde


1- REALIZAR DUAS DAS SEGUINTES ATIVIDADES: - Juntamente com outros membros da equipe, pesquisar as causas dos seguintes problemas, elaborando um relatório ilustrado de suas conclusões, para apresentação a sua Seção: - Contaminação da água, e - Erosão do solo - Preparar, para distribuiçào entre excursionistas e campistas, uma lista de orientações sobre o que se deve fazer, em um camping. para evitar a contaminação e destruição dos aspectos naturais do local; - Descrever, explicar e ilustrar o Ciclo Geral do Oxigênio, fazendo uma exposição detalhada para os demais membros de sua Seção, sua classe de aula ou aos jovens de seu bairro, procurando interessá-los no assunto; - Levar a cabo um estudo de plantas e animais, preparando um relatório dos que estão em vias de extinção, destacando a região do país em que isso se verifica e as causas do fenômeno; o estudo pode incluir trabalhos de campo e outras formas de pesquisa.
2- REALIZAR INDIVIDUALMENTE DUAS DAS SEGUINTES ATIVIDADES: - Recolher água lodosa de um arroio ou riacho em movimento, em um recipiente transparente de boca larga, e deixar em repouso por seis horas; observar a quantidade de sedimentos que se acumularam no fundo e discorrer sobre a procedência do sedimento e porque ocorre esse fenômeno. - Demonstrar, por meio de uma experiência, como se perde a terra com o vento, as chuvas e o seu mau uso pelo homem, e como se pode evitar que ocorram os fenômenos da desagrwegação e da erosão. - Realizar o estudo de um bom solo, se possível com o auxílio de um especialista, fazendo desenhos e esquemas e apresentá-los à sua Seçào. - Demonstrar à sua Seção, por meio de uma experiência, os efeitos da qualidade do solo sobre o desenvolvimento de uma semente. - Demonstrar o efeito do excesso de gases poluentes na atmosfera - Manter, durante um mês, um registro diário do clima, gerando um boletim meteorológico que inclua: chuvas, sol, nuvens, temperatura, umidade do ar, direção e velocidade dos ventos, etc. - Fazer um diagrama completo do Ciclo da Água, explicando o significado dos seguintes termos: precipitação, derramamneto, evaporação, condensação e lençol freático. - Estimular, nas atividades da Seção e em sua casa, o uso de produtos de limpeza biodegradáveis, explicando como atuam esses produtos e a importância de sua utilização.
3- COMO MEMBRO DE UMA EQUIPE, EXECUTAR DUAS DAS SEGUINTES ATIVIDADES: - Selecionar um caminho natural, em região de mata, e conservá-lo durante um período não inferior a um mês. - Fazer arranjos práticos para a alimentação de aves e outros animais silvestres em seu habitat natural. - Fazer, manter e cuidar de umreservatório ou proteção para peixes, pássaros ou anfíbios. - Construir um refúgio de observação da natureza; usá-lo e apresentar relatório de suas observações. - Realizar, sob a orientaçào de um especialista, um trabalho de poda e cirurgia vegetal em local apropriado e na época adequada. - Planejar e realizar, com sua equipe, uma campanha sobre o lixo ou resíduos industriais, esclarecendo os colegas do colégio ou os vizinhos de bairo sobre medidas para evitar desperdícios.
4- PARTICIPAR DE UM PROJETO LOCAL, NACIONAL OU INTERNACIONAL, QUE TENHA POR OBJETIVO MELHORAR O MEIO AMBIENTE, APRESENTANDO RELATÓRIO DESCRITIVO DAS DIVERSAS FASES QUE PERMITA A AVALIAÇÃO DOS CONHECIMENTOS ADQUIRIDOS.

Escotismo na primeira guerra mundial

Entre 1914 e 1918, o Escotismo teve um pico de prestígio na sociedade. A guerra trouxe ao Movimento Escoteiro a oportunidade de ouro de mostrar o seu valor, enquanto escola de formação de cidadãos úteis, e de fazer jus ao seu lema. Naqueles tempos, em que ainda não se usavam anéis escoteiros nos lenços e havia muito por regulamentar e padronizar nas práticas, o Escotismo era visto de várias formas pela sociedade: se alguns viam no Movimento o seu real valor educativo, a maior parte da sociedade via-o apenas com curiosidade e um toque cômico.Com o início da guerra, os Escoteiros ingleses foram mobilizados para servir a sua Pátria, prestando-se a tarefas não militares que, nos dias de hoje, associamos à Defesa Civil, sob a coordenação das autoridades. Tarefas como vigilância de pontes, linhas de telégrafo e na linha de costa, coleta de informações logísticas, transmissão de informações e avisos à população, prestação organizada de auxílio e socorro à população, serviço de comunicações (mensageiros, sinalização, etc.), auxílio a famílias de homens envolvidos na guerra ou feridos, montagem de postos de primeiros-socorros, de refugiados e cozinhas públicas, auxílio à navegação em portos, estuários e canais, trabalhos agrícolas, e muito mais.Algumas destas prestações de serviços dos Escoteiros parecem um pouco tímidas, mas, o fato é que centenas de milhares foram envolvidos nas mais variadas tarefas no esforço de guerra, muitas vezes com um pedido de ajuda formal das autoridades. A costa inglesa foi vigiada durante todo o período da guerra pelos Escoteiros do Mar, que garantiram a presença 24 horas por dia de cerca de 2 000 Escoteiros, envolvendo um total de 23 000, divididos por turnos. Durante os anos de 1917-1918, em que os alemães bombardearam Londres e outras cidades a partir de grandes dirigíveis Zepelins e bi planos (o bombardeamento aéreo era uma novidade), eram os Escoteiros que, com as suas cornetas, de serviço 24 horas por dia, davam os alarmes para a população se abrigar e tocavam o famoso “All Clear”, que indicava que o perigo já tinha passado.A valiosa contribuição que os Escoteiros deram, valeu ao Movimento uma reputação e um respeito sem precedentes. Curiosamente, o que mais impressionou a população e as autoridades, não foi a capacidade dos Escoteiros fazerem nós, ou saberem tratar uma ferida, ou transmitirem uma mensagem em Morse, mas sim a prontidão evidenciada em todas as missões que lhes eram destinadas, a confiança com que as executavam e a forma incrivelmente organizada como atuavam, divididos em Patrulhas, com os seus próprios líderes. Os objetivos educativos do Escotismo, pelos quais B-P tanto se bateu, estavam à vista de todos, consumados.Em tempo de PAZ, hoje, talvez valha a pena refletir sobre este importante episódio da vida do Movimento, e da verdadeira missão do Escotismo enquanto escola de formação de indivíduos.

Ramo Pioneiro




O Clã Pioneiro é o ramo escoteiro em que ficam os jovens adultos de 18 a 21 anos incompletos de ambos os sexos. O programa educativo e as etapas do pioneiro ou da pioneira visam aumentar a integração do jovem ao mundo, voltando-se ao serviço a comunidade e o exercício de cidadania com base nos valores da Promessa e Lei Escoteira. O lema pioneiro é SERVIR.
A unidade onde ficam os pioneiros e pioneiras é chamado de Clã. o Clã Pioneiro pode ser masculino, feminino ou misto.
O Clã é orientado por um Mestre Pioneiro e/ou uma Mestra Pioneira que podem ter seus assistentes. A Comissão Administrativa do Clã ou o Conselho do Clã é a autoridade para tratar de todos os assuntos internos de administração, finanças, disciplina e programação. O Mestre Pioneiro detém o poder de veto, que deverá exercitar em casos excepcionais de forma a balizar as atividades dentro dos princípios do Escotismo.

Ramo Senior


A Tropa Sênior/Guia é o ramo escoteiro em que ficam os jovens de 15 a 17 anos de idade de ambos os sexos. O programa educativo e as etapas do sênior e da guia visam aumentar os conhecimentos e treinamento para o desenvolvimento físico, moral, intelectual, espiritual e social. é introduzido valores de vida, autodomínio, coragem, amizade, respeito e autoconfiança suficiente para enfrentar qualquer situação.
A Tropa Sênior (masculina), Tropa Guia (feminina) ou Tropa Sênior Mista é dividida em no máximo 4 patrulhas de 4 a 6 jovens. Cada patrulha adota um nome característico, que pode ser o de algum acidente geográfico bem conhecido pela patrulha ou de uma tribo indígena nacional. é facultado às patrulhas que até 30 de abril de 1990 tenham adotado nome de um grande vulto ou personalidade histórica nacional, conservar o nome adotado.
Nos trabalhos e atividades que, por sua natureza, exijam interesses, habilidades ou conhecimentos avançados, as patrulhas poderão ceder lugar a equipes de trabalho, integradas por membros de diferentes patrulhas, cabendo a coordenação de cada equipe ao seu integrante melhor qualificado.
Na Tropa Sênior/Guia ficam os jovens numa idade de muitas mudanças, idéias e ideais novos, valores que estão mudando. Nessa tropa, o relacionamento entre a chefia e os membros é bastante distante da Tropa Escoteira, pois os membros já têm uma maturidade suficiente para seguir seus próprios caminhos sendo auxiliados pelos chefes. A Tropa Sênior/Guia normalmente é a que exige um maior esforço físico e um alto grau de conhecimento, o que permite os jovens evoluírem muito. Todos que um dia passaram pela Tropa Sênior/Guia sabem o valor que essa tem e o quanto essa fase foi boa e importante para seu crescimento na vida. Para quem ainda não chegou lá, boa sorte e aproveitem muito se tiverem a oportunidade!
Antes de completar 18 anos de idade, o sênior ou a guia é encaminhado para o Clã Pioneiro, depois de passar pela "ponte" para se adaptar na futura tropa, o jovem passa por uma cerimônia de passagem na qual se despede da Tropa Sênior/Guia.
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A Tropa Escoteira é o ramo escoteiro em que ficam jovens de 11 a 14 anos de idade de ambos os sexos. O programa educativo e as etapas do escoteiro visam aumentar os conhecimentos e aumentar sua autoconfiança. Na Tropa Escoteira o jovem aprende a conviver em equipe, o sistema de patrulha, o respeito à natureza e muitas outras coisas necessárias nessa faixa de idade.
A organização da Tropa Escoteira pode ser só de escoteiros, só de escoteiras ou mista. A tropa é dividida em no máximo 4 patrulhas, que são equipes de 5 a 8 jovens. Cada tropa é independente para fazer sua própria programação, como por exemplo, seus próprios acampamentos.
Cada patrulha tem como símbolo e nome um animal, uma estrela ou uma constelação.Todos os seus membros devem conhecer suas principais características. Os fatos marcantes da vida da patrulha devem ser indicados no bastão e na bandeirola da patrulha. Cada patrulha tem o seu monitor, que é responsável pela administração, disciplina, treinamento, atividades e boa apresentação de sua patrulha, ajudado pelo sub-monitor. Esses dois jovens são escolhidos pela chefia após passar por uma "corte de honra".
Antes de completar 15 anos de idade, o Escoteiro ou Escoteira é encaminhado para a Tropa Sênior ou Tropa Guia, depois de fazer a "rota" para se adaptar na futura tropa, o Escoteiro ou a Escoteira passa por uma cerimônia de passagem na qual se despede da Tropa.

Ramo Lobo


A Alcatéia é o ramo escoteiro em que ficam crianças de 07 a 10 anos de idade de ambos os sexos. O programa educativo e as etapas do lobinho visam os primeiros ensinamentos, a parte em que a criança aprende viver junto com outras pessoas. Na Alcatéia a criança aprende e se preparar para, quando tiver a idade certa, seguir para a Tropa Escoteira.
O programa da Alcatéia é inspirado no "Livro da Jangal", de Rudyard Kipling, resumido em "Mowgli, o menino-lobo".
A organização da Alcatéia pode ser só de lobinhos, lobinhas ou mista. O chefe é chamado de Akelá e seus assistentes são chamados Baloo, Baguera, Kaa, Chill ou outros nomes representados no "Livro da Jângal".
A Alcatéia é dividida em matilhas, cada uma com 4 a 6 crianças, nos quais são realizados trabalho e jogos, mas isso não é o mesmo que o sistema de patrulhas, adotada no Ramo Escoteiro ou Ramo Sênior.
O lobo é o animal símbolo de todas as matilhas, que se diferem numa mesma Alcatéia pelas cores próprias dos lobos. A matilha é liderada por um Lobinho ou Lobinha chamado de Primo, auxiliado pelo Sub-Primo. Os Primos e Subs são escolhidos pelo Akelá.
Antes de completar 11 anos de idade, o Lobinho é encaminhado para a Tropa Escoteira, depois de fazer a "trilha" para se adaptar na futura tropa, o Lobinho passa por uma cerimônia de passagem na qual se despede da Alcatéia.
------------------------ % ------------------------ História. A história do Lobismo, do Manual do Lobinho e do Livro de Jângal estão disponíveis na área de História.

Promessa de lobinho e de escoteiro

Antes de se tornar um membro do escotismo, o jovem cumpre várias etapas de adestramento e quando estiver pronto, ele faz uma promessa diante do movimento escoteiro. Após a promessa escoteira, o jovem passa a usar distintivos, uniforme e o lenço de seu grupo.
A Promessa orienta a vida do jovem em seus Deveres para com Deus e com a Pátria, lembra o jovem de Ajudar o Próximo em toda e qualquer ocasião e lembra o compromisso que ele tem com a Lei Escoteira.
A Promessa é renovada quando o membro muda de Ramo ou de Grupo Escoteiro.
"Prometo pela minha honra fazer o melhor possível para:cumprir meus deveres para com Deus e minha Pátria;ajudar o próximo em toda e qualquer ocasião;e obedecer a Lei Escoteira."
A Promessa do Lobinho, de forma adaptada à idade, prestada por Lobinhos e Lobinhas na cerimônia correspondente é a seguinte:
"Prometo fazer o melhor possível para:Cumprir meus deveres com Deus e minha Pátria;Obedecer a Lei do Lobinho e fazer todos os dias uma boa ação.
Os Escotistas Adultos e Dirigentes, na cerimônia da Promessa ou na posse de um cargo, prestarão a Promessa Escoteira acrescentando ao final: "e servir à União dos Escoteiros do Brasil".
Os estrangeiros, conforme o caso, prestarão a Promessa dizendo após "deveres para com Deus", a frase "a minha Pátria e ao Brasil".

Caio Viana Martins

No dia 13 de Julho de 1923 nasceu em Matosinho - MG o menino Caio Viana Martins, filho de Raimundo da Silva Martins e Branca Viana Martins, que mais tarde se tornaria um exemplo a todos os escoteiros do Brasil.
Caio era um menino comum ao seu Tempo, ingressou no Grupo Escolar Visconde do Rio das Velhas aos 6 anos, mas mudou-se para Belo Horizonte com a família aos 8 anos, onde, passou a estudar no Grupo Escolar Barão do Rio Branco até o 4º ano primário. Ingressou no Movimento Escoteiro aos 14 anos, ao iniciar seus estudos em outra escola, o Colégio Arnaldo e Afonso Arinos, que patrocinava, na época, o Grupo Escoteiro Afonso Arinos.
No dia 18 de Dezembro de 1938 o Grupo Escoteiro de Caio organizou uma excursão de trem a São Paulo com 25 membros.
Os Escoteiros viajavam no vagão da 1ª Classe do Trem Noturno da Empresa Estatal Central do Brasil, que possuía no total 11 vagões, quando por volta das 2:00 da madrugada do dia 19 de Dezembro, este se chocou com um trem cargueiro, que subia, provocando um terrível desastre, onde morreram cerca de 40 pessoas.
Caio, na época monitor da Patrulha Lobo, recebeu uma forte pancada na região lombar durante o choque, mesmo assim persistiu em ajudar os outros escoteiros, que se reuniram para decidir a melhor maneira de agir.
O primeiro passo foi a procura dos membros, que não haviam sido encontrados até o momento, o Lobinho Hélio Marcos de Almeida Santos e o Escoteiro Gerson Issa Satuf. Infelizmente ambos não resistiram ao acidente.
Mesmo assim, os Escoteiros continuaram a mostrar seu valor, prestando os primeiros socorros a todos os feridos e fazendo uma grande fogueira para auxiliar as buscas e o trabalho de salvamento. Para isso, utilizaram todo material que tinham disponível, os colchões, cobertores e lençóis dos vagões-leito, confeccionando macas e abrigo ás pessoas mais feridas.
O acidente, que ocorreu entre as Estações de Sítio e João Aires, próximo a cidade de Barbacena - MG, só recebeu socorros às 7:00 da manhã do dia 19. A equipe de socorro transportou os passageiros feridos, inclusive alguns escoteiros, para um hospital em Barbacena, mesmo assim não havia macas para todos, porisso, vendo ao redor dele pessoas mais necessitadas, Caio Viana Martins recusou ser levado de maca, dizendo : "Não. Há muitos feridos aí. Deixe-me que irei só. Um Escoteiro caminha com as próprias pernas".
Caio se sentia melhor, mas não sabia, que com a pancada que levara, estava sofrendo de Hemorragia Interna. Foi andando, junto a seus amigos até a cidade, mas ao chegar ao hotel sentiu-se mal e foi levado à Santa casa, onde veio a falecer, na presença de seus pais, às 2:00 do dia 20.
Caio Viana Martins, agora herói por mostrar seu valor e coragem dando a vida pelo próximo, foi sepultado no mesmo dia, no cemitério de Bonfim, na Zona Norte de Belo Horizonte, junto ao Lobinho Hélio e ao Escoteiro Gérson.
A coragem de Caio foi reconhecida e ele foi considerado um exemplo pelos Escoteiros do Brasil recebendo muitas homenagens. O Estádio Municipal de Niterói - RJ chama-se "Caio Martins". Em Juiz de Fora - MG foi-lhe erguido um monumento. Vários Grupos Escoteiros também receberam seu nome.
Segue abaixo uma Notícia transcrita do jornal carioca Correio da Manhã (jornal da época do acidente), do dia 21 de Dezembro de 1938: Estoicismo Passou provavelmente despercebida, nas notícias pormenorizadas sobre a última catástrofe da Central, a serena coragem daquele pequeno Escoteiro, uma criança de treze anos, que estando gravemente ferida, os que o queriam levar em maca para o hospital, dizendo com um sorriso de homem forte: "Um Escoteiro caminha com suas próprias pernas". E caminhou. E foi, mas foi para morrer, poucas horas depois, no leito em que o colocaram para uma tentativa de salvação. Este menino de treze anos honrou o nome e deu um exemplo a todos os Escoteiros do País. E mostrou a muita gente grande que um Escoteiro sabe sorrir para morte que o acompanha de perto. Se um dia for erguido qualquer monumento ao "Escoteiro Desconhecido", a lembrança do estoicismo desta criança resumirá a bravura de uma geração de Escoteiros do Brasil.

Noviço

1.1
Fraternidade Escoteira
a)
Conhecer a História da vida de Baden-Powell;
b)
Fazer a saudação, dizer o lema, dar o aperto de mão, conhecendo o seu significado;
c)
Entrar em forma obedecendo aos sinais manuais;
d)
Conhecer a organização do Escotismo em Nível Local;
e)
Conhecer a estrutura de uma Tropa Escoteira;
f)
Conhecer o uniforme ou o traje e os distintivos do Ramo Escoteiro.

1.2
Segurança:
a)
Conhecer e aplicar as regras de segurança em casa, na sede, na rua e numa excursão;
b)
Conhecer e aplicar os cuidados de higiene pessoal;


1.3
Comunidade:
a)
Saber cantar sozinho ou em coro o Hino Nacional;
b)
Saber preparar, hastear e arriar a Bandeira Nacional;
c)
Conhecer o significado de Economia.

1.4
Ar Livre:
a)
Conhecer a indumentária e o equipamento necessário para uma excursão e um acampamento sabendo arrumá-lo em uma mochila;
b)
Saber distinguir o que seja acampamento, acantonamento, bivaque, jornada e excursões.


1.5
Técnicas Escoteiras:
a)
Saber fazer os nós direito, escota, escota alceado e correr, conhecendo sua utilização;
b)
Conhecer as funções dos membros da patrulha na sede e no campo.


1.6
Comunicação:
a)
Apresentar, ao mesmo tempo para seus pais e chefe de Tropa, a história de seu Grupo Escoteiro e a estrutura de sua Tropa Escoteira.


1.7
Valores:
a)
Ter consciência do que são valores;
b)
Conhecer, interpretar e aplicar o conteúdo da Lei e da Promessa Escoteira;
c)
Conhecer os princípios básicos de sua religião.



2ª CLASSE


2.1
Fraternidade Escoteira:
a)
Cantar sozinho ou em coro o Hino Alerta;
b)
Conhecer a União dos Escoteiros do Brasil;
c)
Conhecer a estrutura do Escotismo no Brasil.
d)
Conhecer a história do Escotismo no Brasil;
e)
Visitar um outro Grupo Escoteiro e/ou participar de uma atividade de sua área ou regional ou nacional.


2.2
Segurança:
a)
Organizar um estojo de primeiros socorros para uma excursão;
b)
Conhecer os cuidados de primeiros socorros nos casos de picadas de insetos e cobras, desmaios, queimaduras e ferimentos leves;
c)
Saber aplicar ataduras e tipóias;
d)
Saber utilizar com segurança a machadinha ou facão;
e)
Saber usar com segurança o lampião e o fogareiro.

2.3
Comunidade:
a)
Realizar uma das seguintes proposições:
-
Mostrar habilidade de guiar e dar informações a estranhos e ter conhecimento dos transportes públicos, lugares de interesse ou de umportância, saber localizar hospitais, delegacias, corpo de bombeiros e telefones públicos próximos de sua sede escoteira ou de sua residência;
-
Juntamente com sua patrulha, desenvolver um projeto de recreação num orfanato ou estabelecimento congênere;
-
Fazer um pequeno esboço de seu bairro indicando as principais ruas e os principais serviços públicos existentes;
-
Tomar parte em qualquer forma de serviço voluntário fora de atividades escoteiras, tendo uma participação ativa, de pelo menos 3 horas, consecutivas ou não.
b)
Organizar uma pequena reunião para sua patrulha em sua casa, tomando as seguintes providências:
-
Preparar os convites;
-
Praparar um pequeno lanche;
-
Preparar o local adequadamente;
-
Apresentar algo de diferente para seus convidados;
-
Deixar tudo limpo ao terminar a reunião.


2.4
Ar Livre:
a)
Saber como proceder caso se perca em uma floresta ou montanha;
b)
Observação e avaliação: cumprir 4 das proposições abaixo:
-
Montar ou seguir uma pista de 500 metros onde sejam aplicados sinais de pista, com pelo menos 8 tipos diferentes de sinais;
-
Conhecer os indicadores naturais de previsão do tempo;
-
Rastrear pelo menos 800 metros sem ser visto;
-
Saber montar pegadas em gesso;
-
Descrever 16 objetos num jogo do KIM de 24 objetos diferentes;
-
Jogar uma partida de xadrez, demonstrando que conhece as regras básicas;
-
Ser capaz de deduzir uma estória lógica a partir de uma cena montada antecipadamente pela Chefia.
c)
Somente para as Modalidades Básica e do Ar: ter participado de pelo menos 3 excursões e/ou acampamentos.
d)
Somente para a Modalidade do Mar: ter participado de pelo menos:
-
Duas excursões ou atividades embarcadas;
-
Um cruzeiro escoteiro ou regata oficialmente reconhecida;
-
Um acampamento.


2.5
Técnicas Escoteiras: Realizar as seguintes proposições:
a)
Acender uma fogueira e fazer uma bebida quente sobre a mesma, sem prejudicar a flora;
b)
Armar uma barraca com o auxílio de mais dois companheiros;
c)
Cozinhar uma refeição simples em um fogareiro;
d)
Saber falcaçar cabos;
e)
Saber fazer e aplicar os seguintes nós: aselha, catau, volta do fiel, volta da ribeira e volta redonda com cotes;
f)
Saber fazer e aplicar as amarras paralela, quadrada e diagonal;
g)
Projetar uma cozinha de campo com no mínimo toldo, mesa e fogão e, com auxílio de sua patrulha, montá-la.

2.6
Comunicação:
a)
Apresentar, para sua patrulha, a história de sua Patrulha.


2.7
Valores:
a)
Demonstrar que vem cumprindo satisfatoriamente os preceitos de sua religião;
b)
Ter se desenvolvido desde sua Promessa, nos seguintes aspectos: responsabilidade, lealdade, coretisa, sinceridade e auto-controle, levando-se em conta seu desenvolvimento e maturidade.



1ª CLASSE


3.1
Fraternidade Escoteira
a)
Conhecer a história do Escotismo;
b)
Saber o que são Jamborees e onde já foram realizados;
c)
Conhecer a estrutura do Escotismo Mundail;
d)
Ter participado de 3 atividades com outros Grupos Escoteiros e/ou regionais e/ou nacionais e/ou internacionais;
e)
Apresentar à Tropa um trabalho sobre o Movimento Escoteiro, de preferência Mundial.


3.2
Segurança
a)
Conhecer os primeiros socorros nos casos de: fratura, entorse, luxação e estado de choque;
b)
Conhecer métodos de salvamentode afogados e saber aplicar a respiração boca-a-boca;
c)
Saber lidar com casos de choque elétrico e escapamento de gás;
d)
Demonstrar conhecimento dos malefícios causados pelo uso do tabaco e do álcool.


3.3
Comunidade
a)
Conhecer a importância da conservação dos recursos naturais, as causas da poluição, da erosão e regras de segurança para evitar incêndio na cidade e no campo;
b)
Desenvolver um projeto à sua escolha, após a Corte de Honra ter aprovad seu planejamento, execução e avaliação. Durante a execução pode-se contar com a colaboração da patrulha ou da tropa.

3.4
Ar Livre
a)
Ter participado de pelo menos 8 excursões (terrestres ou marítimas) e 3 acampamentos;
b)
Realizar uma das proposições abaixo: (esta etapa será a penúltima a ser realizada)
b1)
Jornada
-
Participar de uma jornada com um total de 25 km a pé, com outro escoteiro, devendo pernoitar (acampado ou acantonado, dependendo do local). Durante o percurso cozinhar suas refeições, cumprir pelo menos 5 tarefas à sua escolha, com aprovação prévia da Corte de Honra. Uma das tarefas será escolhida pelo chefe. Apresentar no final um relatório de toda a jornada, assinalando num mapa o percurso realizado;
-
Fazer o Percurso de Gilwell, de no mínimo 4 km. Tarefas sugeridas:

- Estudo da fauna

- Estudo da flora

- Estudo dos minerais

- Meios de transporte

- Educação

- Pesquisa sobre a população local, meio de vida, etc.

- Turismo

- Recreação e lazer

- Saúde
b2)
Cruzeiro Marítimo
-
Realizar um cruzeiro marítimo com um total de 12 horas embarcado, devendo pernoitar durante o percurso (embarcado, acampado ou acantonado, dependendo do local). Durante o cruzeiro deverá cozinhar suas refeições e cumprir pelo menos 5 tarefas à sua escolha, com aprovação prévia da Corte de Honra. Uma das tarefas será escolhida pelo chefe. Apresentar no final um relatório do cruzeiro, assinalando em um croqui o percurso realizado; Tarefas sugeridas:

- Estudo da fauna marinha

- Condições hidrográficas

- Condições meteorológicas

- Poluição marinha

- Atividades pesqueiras

- Pesquisa sobre as populações ribeirinhas

- Canais, ilhas e outros acidentes geográficas

- Estaleiros ou atividades de reparação naval

- Atividades marítimas existentes na área do cruzeiro

- Estudo da flora marinha

- Correntes

- Marés

- Portos

- Faróis

- Balizamento
b3)
Projeto
-
Realizar,durante um acampamento de tropa, pelo menos 6 tarefas sendo uma à escolha da chefia, dentre os temas sugeridos nas opções anteriores (Jornada e Cruzeiro). Apresentar no final um relatório das atividades desenvolvidas.
-
Fazer o Percurso de Gilwell, de no mínimo 2 km.
c)
Conhecer a Rosa dos Ventos;
d)
Saber se orientar por três dos seguintes métodos: bússola, sol, relógio, lua, estrelas e indícios naturais;
e)
Saber ler e orientar uma carta topográfica, carta náutica ou carta aeronáutica.


3.5
Técnicas Escoteiras
a)
Montar corretamente, com auxílio de sua Patrulha, um acampamento de patrulha, levando em conta a localização das barracas, cozinha (com fogão suspenso), fossas, canto do lenhador, intendência, etc.;
b)
Elaborar um projeto de uma pioneiria de médio porte e executá-lo, com o auxílio de sua patrulha;
c)
Cozinhar num fogão à lenha a refeição de uma patrulha.


3.6
Comunicação
a)
Realizar uma das proposições abaixo, apresentando o relatório escrito, que será lido para a tropa:
-
Visitar um monumento, ou local histórico, fábrica ou fazenda, preparando um relatório onde descreva a história do local, instalações e propósitos;
-
Manter um diário por um período mínimo de um mês sobre um animal, fornacendo todos os dados referentes à sua espécie, hábitos alimentares e de moradia;
-
Visitar um cidade que fique distanciada de mais de 100km de sua casa e fazer um relatório completo na volta, de forma que se tenha uma idéia clara de como é a vida nesta cidade;
-
Ler um livro de um autor nacional e apresentar um resumo da obra à sua Tropa, devendo responder às perguntas que surgirem;
-
Relatar um fato significativo da história de uma das Forças Armadas Brasileiras;
-
Visitar uma instalação ou estabelecimento ligado a uma das Forças Armadas Brasileiras.
b)
Manter por quatro edições quinzenais (2 meses) um jornal de acordo com uma das proposições:
-
Jornal mural na Tropa;
-
Jornalzinho do Grupo Escoteiro;
-
Home-Page na Internet;
c)
Divulgar o Movimento Escoteiro em alguma entidade onde haja jovens de 8 a 14 anos, por meio de cartazes, palestras, exposição, fotos, etc.


3.7
Valores
a)
Demonstrar que vem cumprindo satisfatoriamente os preceitos de sua religião;
b)
Ter se desenvolvido desde sua 2ª Classe, nos seguintes aspectos: responsabilidade, lealdade, cortesia, sinceridade e auto-controle, levando-se em consideração seu desenvolvimento e maturidade.



CORDÃO VERDE-AMARELO
-
Concedida pela Diretoria de Nível Local, por proposta dos Escotistas da Seção, ao Escoteiro especialmente recomendado pela Corte de Honra de sua Tropa que possuir, no mínimo, 6 Especialidades, sendo obrigatória a de Primeiros Socorros, pelo menos no Nível 2.



CORDÃO VERMELHO-BRANCO
-
Concedida pela Diretoria de Nível Local, por proposta dos Escotistas da Seção, ao Escoteiro especialmente recomendado pela Corte de Honra de sua Tropa que possuir, no mínimo, 12 Especialidades, sendo obrigatórias a de Cozinheiro e Acampador, pelo menos no Nível 2.



LIS DE OURO
-
Concedida pela Diretoria de Nível Regional, por proposta da Diretoria do Nível Local, ao Escoteiro especialmente recomendado pelos Escotistas e pela Corte de Honra de sua Tropa portador do Cordão de Eficiência Vermelho e Branco, que possuir a Insígnia de Conservacionismo, em qualquer de suas Etapas, e que possuir, entre as Especialidades conquistadas, um mínimo de 3 do Ramo de Conhecimentos SERVIÇOS, pelo menos no Nível 2.

Baden Powell


Robert Stephenson Smyth Baden-Powell (Londres, 22 de Fevereiro de 1857Quénia. 8 de Janeiro de 1941) foi um tenente-general do Exército Britânico, fundador do escotismo.
Seu pai era o reverendo Baden Powell, professor catedrático em Oxford. Sua mãe era filha do almirante inglês W. T. Smyth. Seu bisavô, Joseph Brewer Smyth, tinha ido como colonizador para Nova Jérsei (Estados Unidos) mas voltou para a Inglaterra e naufragou na viagem de regresso.
Seu pai morreu quando Robert tinha aproximadamente 3 anos, deixando a sua mãe com sete filhos, dos quais o mais velho não tinha ainda 14 anos. Robert viveu uma bela vida ao ar livre com seus quatro irmãos, excursionando e acampando com eles em muitos lugares da Inglaterra.
Em 1870 Baden-Powell (B-P) ingressou na Escola Chatohouse em Londres com uma bolsa de estudos. Não era um estudante que se destacasse especialmente dos outros, mas era um dos mais vivos. Estava sempre metido em tudo que acontecia no pátio do colégio, e cedo se tornou popular pela sua perícia como goleiro da equipe de futebol de Charterhouse.
Seus amigos da escola muito apreciavam suas habilidades como actor. Sempre que pediam ele improvisava uma representação que fazia a escola toda morrer de rir. Tinha também vocação para a música, e seu dom para o desenho permitiu-lhe mais tarde ilustrar todas as suas obras.

terça-feira, 3 de março de 2009

Princípios do Escotismo

A Organização Mundial do Movimento Escoteiro define como Princípios do Escotismo
Dever para com Deus (crença e vivência de uma fé, independentemente de qual seja);
Dever para com os outros (participação na sociedade, boa ação, serviço ao próximo);
Dever para consigo próprio (crescimento saudável e auto desenvolvimento).
Desenvolvimento físico
Proporcionar o desenvolvimento físico do jovem por meio de jogos ao ar livre, exercícios, excursões e acampamentos.
Desenvolvimento moral
A finalidade é o caráter com um propósito. E o propósito é que essa geração seja sadia no futuro, para desenvolver a mais alta forma de compreensão e dever para com Deus, pátria e próximo.
Desenvolvimento intelectual
Dá-se uma preparação adequada pelo conhecimento adquirido em cada uma das etapas como cozinha; campismo, nós, natação e salvamento; primeiros socorros; regras de segurança, orientação, transmissão de sinais, estudo da natureza...

Lei escoteira

Conceitos inerentes à Lei Escoteira
Honra, integridade, lealdade, presteza, amizade, cortesia, respeito e proteção da natureza, responsabilidade, disciplina, coragem, ânimo, bom-senso, respeito pela propriedade e auto-confiança.
Quando Baden-Powell idealizou a Lei Escoteira, decidiu não estabelecer leis proibitivas, mas conceitos para formação de pessoas benévolas, para que, desta forma, o jovem escoteiro tivesse onde se espelhar e pudesse se orientar.
Os dez artigos da Lei Escoteira
(versão traduzida da original escrita por Banden-Powell, seguidos de breves observações feitas pelo próprio)

Cartão Postal, demonstrando o espírito, o dever, em ajudar a todos
1. A Honra, para Escoteiros, é ser digno de confiança.
"A Honra para um Escoteiro é ser digno de toda confiança. Como um Escoteiro, nenhuma tentação, por maior que seja, e embora seja secreta, irá persuadi-lo a praticar uma ação desonesta ou escusa, mesmo muito pequena. Você não voltará atrás a uma promessa, uma vez feita. A palavra de um Escoteiro equivale a um contrato. Para um Escoteiro, a verdade, e nada mais que a verdade." Baden-Powell
2. O Escoteiro é leal ao Rei, à sua pátria, aos seus escotistas, aos seus pais, aos seus empregadores, e aos seus subordinados.
"O Escoteiro é leal à Pátria, à Igreja, às autoridades do governo, aos seus pais, seus chefes, seus patrões e aos que trabalham como seus subordinados. Como um bom cidadão, você é de uma equipe, 'jogando o jogo' honestamente, para o bem do conjunto. Você merece a confiança do governo de sua pátria, do Movimento Escoteiro, dos seus amigos e companheiros de Patrulha, de seus patrões ou de seus empregados, que esperam que você seja correto, fazendo o melhor possível, em benefício deles, ainda quando eles não correspondem sempre bem ao que você espera deles. Além disso, você é leal também a si mesmo; você não quer diminuir seu respeito a si mesmo jogando mal de propósito; nem vai querer decepcionar ou ficar em falta com outro homem, nem, tampouco, com outra mulher." Baden-Powell
3. O Dever para o Escoteiro é ser útil e ajudar o próximo.
"O dever do Escoteiro é ser útil e ajudar a todos. Como Escoteiro, seu mais alto objetivo é servir. Você deve merecer a confiança de que, em qualquer ocasião, estará pronto a sacrificar tempo, trabalho, ou, se necessário, a própria vida pelos demais. O sacrifício é o sal do serviço." Baden-Powell
4. O Escoteiro é amigo de todos e irmão dos demais escoteiros, não importando a que país, classe ou credo o outro possa pertencer.
"É amigo ou irmão, não importando a que país, classe ou credo o outro possa pertencer. Como Escoteiro, você reconhece as demais pessoas como sendo, com você, filhos do mesmo Pai, e não faz caso de suas diferenças de opinião, casta, credo ou país, quaisquer que elas sejam. Você domina os próprios preconceitos e procura encontrar as boas qualidades que tenham; o defeito deles qualquer um pode criticar. Se você põe em prática esse amor pelas pessoas de outros países e ajuda a fazer surgir a paz e a boa vontade internacionais, isto será o Reino de Deus na terra. O mundo inteiro é uma fraternidade." Baden-Powell
5. O Escoteiro é cortês.
"Como os antigos cavaleiros, você, sendo um Escoteiro, é, sem dúvida, polido e atencioso com as mulheres, velhos e crianças. Mas, além disso, você é polido mesmo com aqueles que estão contra você. Aqueles que têm razão, não precisam perder a calma; aqueles que não têm razão, não podem se dar ao luxo de perdê-la." Baden-Powell

Gravura de Norman Rockwell publicada originalmente em 1918
6. O Escoteiro é amigo dos animais.
"Você reconhecerá como companheiras as outras criaturas de Deus, postas, como você, neste mundo, durante certo tempo, para gozar suas existências. Maltratar um animal é, portanto, um desserviço ao Criador. Um Escoteiro deve ter um grande coração." Baden-Powell
7. O Escoteiro obedece às ordens dos seus pais, do seu monitor ou do seu chefe escoteiro.
"O Escoteiro obedece, de boa vontade, sem vacilar, às ordens de seus pais, Monitores e Chefes. Como Escoteiro, você se disciplina e põe-se, profunda e voluntariamente, às ordens das autoridades constituídas, para o bem geral. A comunidade mais feliz é a comunidade mais disciplinada; a disciplina, porém, deve vir do íntimo, e nunca ser imposta de fora. Por isso, tem um grande valor o exemplo que você der aos demais nesse sentido." Baden-Powell
8. O Escoteiro sorri e assobia sobre todas dificuldades.
"Como Escoteiro você será visto como o homem que não perde a cabeça e que agüenta qualquer crise com ânimo alegre, coragem e otimismo." Baden-Powell
9. O Escoteiro é econômico.
"Como Escoteiro, você olhará para o futuro e não irá dissipar tempo e dinheiro com prazeres do momento, mas, ao contrário, fará uso das oportunidades do momento tendo em vista o futuro sucesso. Você fará isso com a idéia de não ser um ônus, mas uma ajuda para os demais." Baden-Powell
10. O Escoteiro é limpo no pensamento, na palavra e na ação.
"O Escoteiro é limpo em pensamento, palavra e ação. Como Escoteiro, espera-se que você tenha não só uma mente limpa, como também uma vontade limpa; seja capaz de controlar quaisquer tendências intemperadas do sexo; dê um exemplo aos demais sendo puro, franco, honesto em tudo que pensa, diz ou faz." Baden-Powell

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Purê de Batatas

1Kg de batata
Meia xícara de leite
2 dentes de alho
Sal a gosto.
1 colher de sopa de margarina.

Cozinhar as batatas até que elas fiquem molinhas (fogo alto). Quando elas tiverem mornas, descascá-las e amassar. Derreter a margarina (fogo baixo), colocar os dois dentes de alho amassados.
Colocar as batatas amassadas e acrescentar o leite aos poucos (fogo alto) até que fique com a consistência desejada.

1Kg de batata
Meia xícara de leite
2 dentes de alho
Sal a gosto.
1 colher de sopa de margarina.

Cozinhar as batatas até que elas fiquem molinhas (fogo alto). Quando elas tiverem mornas, descascá-las e amassar. Derreter a margarina (fogo baixo), colocar os dois dentes de alho amassados.
Colocar as batatas amassadas e acrescentar o leite aos poucos (fogo alto) até que fique com a consistência desejada.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Receitas para o Acampamento de Verão 2009.

Mingau de fubá

1 litro de leite
8 colheres de sopa de açúcar
10 colheres de sopa de fubá
1 colher de sopa de sal

Misturar todos os ingredientes e cozinhar por 15 minutos, mexendo sempre. Servir com Canela em pó.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Qual é o propósito do Escotismo?


O Propósito do Movimento Escoteiro é contribuir para que os jovens assumam seu próprio desenvolvimento, especialmente do caráter, ajudando-os a realizar suas plenas potencialidades físicas, intelectuais, sociais, afetivas e espirituais, como cidadãos responsáveis, participantes e úteis em suas comunidades, conforme definido no Projeto Educativo da União dos Escoteiros do Brasil.
Os Princípios do Escotismo são definidos na Promessa Escoteira, base moral que se ajusta aos progressivos graus de maturidade do indivíduo:
Dever para com Deus - Adesão a princípios espirituais e vivência ou busca da religião que os expresse, respeitando as demais.
Dever para com o Próximo - Lealdade ao nosso País, em harmonia com a promoção da paz, compreensão e cooperação local, nacional e internacional, exercitadas pela Fraternidade Escoteira. Participação no desenvolvimento da sociedade com reconhecimento e respeito à dignidade do homem e ao equilíbrio da Natureza.
Dever para Consigo Mesmo - Responsabilidade pelo seu próprio desenvolvimento.

O que faz um Escoteiro?


Você que gosta de sentir a liberdade da natureza, andar em florestas, observar os animais, atravessar rios e cachoeiras; divertir-se nos jogos e brincadeiras ao ar livre com seus amigos, desafiando sua inteligência e habilidades; sentir o calor do sol e admirar um céu estrelado; montar sua barraca, preparar sua própria comida, construir coisas úteis para a sua vida no campo; ter amigos e ser um amigo verdadeiro, para juntos aproveitarem de forma útil e saudável a sua juventude, ... Encontrará no ESCOTISMO um programa que lhe abrirá as portas para estas aventuras e emoções.
Algumas atividades desenvolvidas pelos Escoteiros:

* Reuniões de Sede, na sede os escoteiros aprendem jogos, habilidades e técnicas escoteiras, cerimônias, se preparam para as excursões, acampamentos e outras aventuras.


* Excursões, onde os escoteiros podem visitar Museus, exposições, alguma outra cidade, um outro Grupo Escoteiro


* Bivaques, que podem acontecer em uma cachoeira, em uma caverna ou em uma fazenda, onde entramos em contato com a Natureza e nos divertimos um pouco em atividades como mergulhos, explorações, rappel, escaladas e trilhas em uma mata


* Acampamentos, onde botamos emprática tudo aquilo que aprendemos na nossa Sede, como armar uma barraca, cozinhar nossa própria comida, montar pioneirias, participar de jogos, de atividades noturnas, de um Fogo de Conselho e de muitas outras coisas.


* Atividades Comunitárias, onde ajudamos aqueles que precisão, seja reformando uma escola, recuperando as cadeiras de rodas de um hospital público, fazendo campanhas para arrecadar donativos para famílias carentes, visitando um asilo para levar um pouco de alegria aos velhinhos, entre outros.


* Jornadas, jornadas são atividades onde temos que ir de um ponto à outro, fazemos isso à pé ou de bicicleta, normalmente por caminhos pouco visitados, como uma trilha na mata ou cruzando fazendas, durante essas caminhadas desenvolvemos atividades de orientação, de observação, de construção de mapas e de conhecimento da Natureza.


* Atividades Nacionais e Mundiais, como os Jamborees Mundiais, que ocorre a cada 4 anos, onde escoteiros do mundo inteiro se encontram, Jamborees Nacionais, Panamericanos; Mutirões Nacionais Escoteiros, onde são desenvolvidas atividades comunitárias; o JOTI e JOTA, os Jamborees na Internet e no Ar, que ocorre em um final de semana por ano onde escoteiros de todo o mundo se encontram através da Internet e do Radioamador.

O que é Escotismo?


O Escotismo é uma Organização, não governamental, civil, de fins filantrópicos de interesse e utilidade pública atuando na formação de jovens como instituição de educação extra escolar, presente no Brasil a mais de 75 anos.
O Escotismo é um Movimento Educacional para jovens com a colaboração de adultos, voluntário e sem vínculos politico-partidários, que valoriza a participação de pessoas de todas as origens sociais, raças e crenças, de acordo com o Propósito, os Princípios e o Método Escoteiro.
É um movimento de jovens e para jovens unidos por um compromisso livre e voluntário.
É um movimento de educação não formal, que se preocupa com o desenvolvimento integral dos jovens, complementando o esforço da família, da escola e de outras instituições.
Trabalha para o desenvolvimento do ser humano como um todo e de todos os seres humanos. O ser humano, homem e mulher, na plenitude de sua existência e na riqueza de suas semelhanças e diferenças. O ser humano em sua identidade singular e em sua cultura, sem distinção de origens sociais, raças e credos.
Educa para a liberdade e procura desenvolver a capacidade de pensar criativamente, mais do que a aquisição de conhecimentos ou habilidades específicas. Fortalece nos jovens a vontade de optar por uma escala de valores que dê sustentação a suas vidas e os convida a agir de forma coerente com essa opção.